domingo, 14 de abril de 2013

Título a definir


AUTORES:
Caio César Dutra da Silva
Patrick José Silva Appolinário
Vinicius de Oliveira Vicente
João Guilherme Moraes Batista


1º Capítulo


Descendente da tribo Alcabras Afastim, Renne resplandecia-se em meio a suas irmãs. Era lúcida, mantia a pele colorida pelos raios deusais, olhos escuros como nuvens entrando em colapso com a terra, sua boca delicadamente vermelha fazia combinação a seu belíssimo brinco que descia o olhar de qualquer homem ao ponto de torna-lo abismado com o formoso monumento de seu corpo, suas pernas tiveram o privilégio de receber dos anjos a curvatura perfeita que desafiavam até mesmo a beleza inquestionável de sua mãe nacional, a mata, seus seios macios e graciosamente arredondados que mantinha brilho constante ao choca-los com a água dos rios, e seus cabelos negros que se destacavam peregrinamente ao soprar da natureza deslumbrante, assanhando suspiros do jovem Castão, índio rival de sua geração pertencente aos Tilibrianos.
Castão era forte, filho de Brascuma e Raquel, guerreiro nato com espírito aventureiro, caçava feito onça faminta, pescava feito mãe águia em busca de alimento para sua cria, e era incapaz de não proteger seu ventre. Seus braços não tão fortes aparentemente escondiam grandes habilidades naturais, nascido em meio aos animais sabia claramente buscar ajuda em seu interior fundindo-se aos deuses noturnos, dificilmente perdia uma batalha travada por seus adversários, todos temiam sua fúria mesmo que visualmente parecia um homem normal, mas não, este era diferente. Havia em seu salgue instinto selvagem pouco colidente a nobreza, nunca menosprezaria uma dama e se necessário entregaria sua vida em troca da felicidade de Renne, sua virgem amada.
Certa manhã cicatrizando levemente as pétalas com seu sentar, Renne era constantemente admirada por seu secreto amante, que palpitando timidez respirava gás trêmulo demonstrando vivamente em seus olhos castanhos o receio de entregar as doces palavras escondidas em seu peito aos ouvidos de sua princesa, que nesse exato momento seu rosto brilhava ausência de razão ao fixar seu olhar para o verde natural sem perceber a presença do bom selvagem a seu redor.
Preso na indecisão se encontrava Castão. Brascuma havia deixado bem exposto a sua negação a uma possível cerimônia abrangendo as duas famílias contrapostas, desde 1507 sua geração era rival permanecendo esta intriga social até hoje 1530, isso mediante as suas diversas crenças então extinguindo a opção de uma união dessas duas tribos. “Fazer o que agora?” ecoava esta questão ao índio apaixonado que refletia derramando lágrimas ao calor noturno, parecia que o silêncio era capaz de compreendê-lo melhor do que a raça humana, e o som dos roedores saindo em busca de alimento quebrava a monotonia do canto dos sapos na lagoa, as vezes capitava a voz do grilo vindo ao seu encontro a fim que dedica-lo a sua companhia. Era esse o seu momento, o ápice do seu dia, a sua paz. E assim deitou-se sobre a terra buscando constelações ao claríssimo céu, aos poucos fechou-se os olhos já secos das lágrimas e descansou todo seu corpo para mais um dia.

Título a definir



AUTORES:
Eduardo Corrêa Alves
João Paulo de Souza Freire
Isabela de Moura Ramos
Felipe Fernandes Ferreira


CAPÍTULO PRIMEIRO

Paris, Junho de 1750,inverno chegando, o vento frio bate nos lábios rubros de Charlot, uma sofisticada dama da sociedade Francesa, sua pele da cor da neve que estava preste a cair, seu cabelo mais longo do que uma cachoeira ,sua pele mais suave que uma nuvem, seu sorriso mais resplandecente que o sol, suas roupas arrancadas bruscamente de animais selvagens, seu olho da cor azul anil do céu. Charlot uma viúvas que perdera o marido cedo em uma guerra de reconquista e que deixou ela com uma filha de apenas 1 ano. Uma mulher desejada por tudo e por todos, seu cheiro despertava desejos a todos homens Franceses.
Charlot tinha um segredo que guardava a sete chaves, era obcecada por Pierre, um homem que tinha a pele da cor da terra, e nela refletia o sofrimento de um povo que lutou bruscamente por uma liberdade, que tinha a ânsia de se livre, e deixar de ser tratado com um ser irreconhecível, humilhante, se reconhecimento na sociedade. Pierre tinha sangue de negro em suas veias, um homem onde a humilhação e o sofrimento estava sempre com ele, um homem que tinha o cabelo da cor da noite, seus olhos da cor de mel, sua força era igual a de um leão, considerado um herói a todos que viviam ao ser redor.
Pierre também tinha uma atração por Charlot. Ele era o melhor amigo e segurança de Dom Albert, um senhor velho de 75 anos, pai de Charlot. O amor de Pierre e Charlot não era aceito na sociedade em que viviam, um sociedade cheia de valores , esse amor era interrompido pois Charlot era 20 anos mais velha que Pierre. A única forma que eles encontravam para expressão seus desejos, falar sobre seus amores, sobre a vontade de ter um ao outro era através de cartas Eróticas, nela contia os desejos sexuais do casal, os lugares em que eles marcavam encontro .
Dom Albert era um velho muito sábio e esperto, percebeu que sua filha Chalot já não era a mesma pessoa, seus hábitos havia mudado, seu feição tinha melhorado, sempre via Charlot com um sorriso no rosto, vendo sua filha assim decidiu começar as investigar os passos de sua filha. Mas como Albert era muito conservador e cheios de valores se soubesse de seu romance com Pierre seria capaz de matar seu melhor amigo.
Charlot tinha outro problema, tinha uma filha Susene, deixada pelo seu falecido marido Carlos apor morrer em uma guerra de reconquista. Susene tinha uma certa atração por Pierre, e sempre contava seus desejos a sua melhor amiga, sua Mãe. Charlot quando ouvia essas histórias de Susene ficava cheia de ciúmes, pois tinha que disputar um homem com sua filha, não tinha nem oportunidades para falar seu romance secreto com sua filha, certamente quando ela conversar para sua filha sobre seu romance, será um desastre!

Um Simples Piscar



AUTORES:
Hugo Winicius Gonçalves de Oliveira
Juliana Cristina Ruiz Sabóia
Nathalia Botteon de Souza
Leandro Henrique de Lima Barbosa
Vitor Hugo Fonseca de Souza



1-Capitulo        A Novata

Thiago tem 17 anos, ama musica eletrônica e gosta de ir a festas, é filho de Antônio Sargeti, um excelente profissional e bem reconhecido no ramo em que trabalha filho de Lucia Sargeti, dona de casa, mais que quando jovem foi dançarina, uma moça muito bela. Thiago tem um irmão, Matheus, 20 anos, cursando a faculdade de direito em uma ótima universidade. A família é do rio de janeiro, são bem de vida, moram em uma casa grande no itanhangá, Thiago e Matheus, sempre tiveram uma ótima educação, estudando em colégios bons, fazendo inglês e outros cursos. Fred era o nome do cachorro de Thiago, um labrador branco, os dois são muito apegados,  quando Thiago não estava ocupado, estava com fred ou conversando com rosa, a arrumadeira de sua casa, que por ventura era a única a dar atenção que Thiago queria. Na escola Thiago tinha muitos amigos, era muito bom em física e matemática, um dos melhores de sua turma, estava sempre rodeado de gente, pode-se considera que Thiago era bem popular, futebol era seu esporte preferido, não pode negar que Thiago era um garoto muito talentoso, sua vida era legal, na visão das pessoas, pois Thiago não estava muito satisfeito, mais tudo munda quando Luana entra em sua escola...
  1º dia de aula, depois das férias de julho. Thiago.
É o meio do semestre, hoje volta minhas aulas, estou animado para rever alguns amigos, e também é bem melhor ir a aula do que ficar em casa, escutando as reclamações do meu pai sobre meu futuro, não estou com muita coragem de falar que num quero seguir o mesmo caminho dele, mais enfim, a rosa fez bolo de chocolate hoje, o meu preferido, o que seria de mim sem a rosa?!, Sinceramente nada. Espero ter alguma surpresa boa hoje, minha vida ta igual roda gigante, só girando e a mesma coisa, mesma paisagem, enfim, vamos lá, até anoite.
1º dia de aula, depois das férias de julho. Luana
Estou com um gelo na minha barriga, estou ansiosa para ver o que vou encontrar por lá, estou com medo, mais confiante, to nem ai se eu consegui uma bolsa, se me chamarem de pobre, eu apenas mostro meu sorriso de orgulho. Não queria ter q deixa meu ciclo, meus amigos, e ter que entra em um mundo que não faz parte do meu, mais mudanças e desafios são necessários para que meu futuro seja diferente, não vou perdeu meu foco, afinal tem apenas mais 1 ano e meio, o que pode acontecer nesse tempo, nada de mais, eu espero, vou indo e sorte pra mim.
Luana, era órfã de pai, sua mãe trabalhava em uma rede de supermercados,  morava apenas as duas em uma pequena casa, no morro do alemão, Luana era a mais inteligente, e a mais bela, ela tinha uma auto segurança que todos a invejava, tinha atitude e personalidade, avia um sonho no coração de Luana, queria se formar em  letras, e garantir um futuro melhor para sua mãe, fez uma prova que dava uma bolsa ou desconto, na mesma escola q Thiago estuda, e consegui uma bolsa totalmente grátis, Luana não vai deixar que nada atrapalhe seu sonho.
Na escola.
Gabriel, amigo de Thiago.
- fala ae mano, se sumiu essas férias inteira cara, nos ligo pra você, deixo mensagem e nada pó, onde se estava?!
- a cara, fiquei mais de boa essas férias, preferi fica no meu quarto com minhas musicas, e o bolo da rosa.
- nossa, o bola da sua empregada é o melhor.
- pois é, rosa é a única que me intende naquela  casa.
- cara e seu pai, ainda quer q se seja advogado?
- infelizmente.
- vei por que se num fala logo, que se quer ser escritor ou sei lá o que se quer ser?, abre o vergo cm ele logo cara.
- se acha que ele intenderia, sairia gritando e me expulsado na casa, é melhor deixar tudo como está.
-se é loco cara.
O sinal da aula toca.
- Vamos ai, fiquei sabendo que tem aluna nova – disse Gabriel.
Tália, uma amiga de Thiago, os dois já teve um rolo, mais acabou.
- nossa garotos, fiquei sabendo que ela é mó inteligente, e ganho a bolsa completa, por q num tem dinheiro pra pagar a escola.
- deve ser uma nerd muito escrota e feia, dela eu to fora.
.- acho o que ela esta fora de você cara, meninas inteligentes não fica com caras assim igual você.
- há se ta tirando mesmo em, assim como?!
- pior que você tem razão Tiago, e outra Gabriel, você é feio quem te quer?
- vai se fuder tália.
-b e você Thiago, como passou, sumiu, você não ligou mais.
- é, não dou, to muito ocupado.
- hoje a noite eu to livre, passa lá de casa?
- não dá já tenho compromisso, olha tália, o que aconteceu entre nos, já acabou, passou.
- não precisava ter acabado, eu gosto de você Thiago, e não vou desistir fácil.
O professor entra na sala, junto com Luana, e a apresenta a turma.
- pessoal essa é a nova aluna, Luana, digam olá a ela.
Turma, com um olhar meio desconfiado, fala olá a ela.
Luana estava incomodada com os olhares e cochicho mais não dava a mínima, apenas olhava e sorria.
Jessica, foi a primeira a falar com Luana, com uma tentativa de puxar assunto maios esquisita, ela perguntou.
- você já transou?
Luana. Com um olhar assustado responde.
- não.
- acho que eu estou pronta, não acredito muito nessa de pessoa certa.
- acho que a escolha é sua, só não vá se arrepender depois.
Passou-se as 3 primeiras aulas, e bateu o sinal do intervalo, Jessica e Luana foram as ultimas a saírem da sala.
Luana não estava muito animada, pois já avião deixado claro que não iria se comunicar com ela.
Thiago andava, pelo enorme pátio junto com Gabriel e outros amigos, estavam acertando os preparativos pra festa de 17 anos de Carla, uma garota da salas deles, todos estavam muito empolgados, pois faltava apenas dois dias apenas. Carla convidou quase que a escola inteira, inclusive convidou a novata Luana.
- olá Luana, você é nova aqui e tal, vou dar uma festa pra comemorar meus 17 anos, vai ser sexta na minha casa, você esta convidada.
- sexta acha que nem dá, mais valeu por convidar.
- há qual quer coisa aparece lá.
- há ta, mais acho que não.
Luana, adorava festas, mais pelo fato de não poder dar um presente legal, preferiu não ir a festa.
1º noite, Thiago.
Hoje o dia foi bom, revi meus amigos e meus professores, Gabriel continua bobão como sempre, e a tália fica no meu pé ainda, será que ela não intende que fiquei com ela só pra passar o tempo?, enfim, foi normal hoje, tirando a menina estranha que entrou na minha sala, a mina se faz de durona e tenho a impressão q não vamos nos da bem,  cheguei da escola, e minha mãe veio com um papo de mim ir fazer intercambio, até que gostei da ideia, me afastar seria bom agora.
1º noite, Luana.
Tirando a parte que..... há é mesmo, meu dia foi inteiro uma merda, acho que deve ser minha cara, ou minha falta de peito e o excesso de bunda, que faz as pessoas não gostarem de mim, tirando uma minoria, o resto não foi com minha cara, mais to nem ligando, aquela escola só tem uma qualidade, o ensino por q o resto, bom é só resto mesmo, tomara que amanha seja melhor por q olha...
Lucia, mãe de Thiago.
- filho acorda, seu pai quer falar com você lá embaixo.
-diz pra ele que daqui a pouco eu desço.
Passado 15 minutos, Thiago desce as escadas, e ao chegar embaixo, seu pai já o surpreende falando.
- Thiago, o que significa isso?
Era um poema que Thiago avia feito criticando, tudo o que ele não concordava, inclusive sobre seu pai.
- é um poema.
- você acho que eu quero o seu mal?, você pensa que eu vou deixar você joga seu futuro fora assim do nada?
- apenas quero fazer o que gosto.
- e passar fome?
- não irei passar fome.
- você acho que ficar escrevendo historinhas com riminhas, sobre amor, da dinheiro?
- quando se trata de amor, tudo vale apena.
- não existe amor, essa coisa de escrever é pra gente que não tem vergonha na cara, por que escrever qual quer um escreve, eu não quero mais ver você fazendo isso, intendeu?
- você não pode me proibir de escrever, seria como, deixar de respirar.
- sem mais um piu Thiago,  você vai fazer direito igual a seu irmão.
- não sou meu irmão.
- pois deveria, ele sim terá um futuro, agora você, não conseguiria nem catar lixo.
Thiago se exalta e simplesmente...

Novela da estética romântica. (SEM TITULO DEFINIDO)



AUTORES:
Karoline Aparecida dos Santos
Geiza Paula da Silva
William Bardelin Nunes
Bruna Rodrigues Balbino
Amanda Silverio Rossi


Capitulo I

É minha alma que vos fala. A história se deu por inicio, em tempo dos desabrochamentos das flores, com a vivacidade dos cantos das aves e a exalação dos sentimentos.
Em terra de Napoleão, o sol calmo, enraiava a tez lisa e branca de Pierre Bolvier, que fixara seus olhos esverdeados aos meus; entrelaçando o sentimento mais puro e belo, onde tudo que se flui, se comporá em notas de tristeza que me traze-a ao destino desgraçado.
Pierre era composto de uma beleza inigualável, seus cabelos negros, lábios rubros que levavam ao êxtase a luxuria; sua voz doce de um timbre suave com pitadas de grotesco, já eu, que não me achava tão bela, aos olhos de meu amado, se distinguia, que dizia:
“Charlote Desrosiers, mulher de minhas utopias, teus olhos da cor do mais puro doce mel, que me alucina a razão, e ao pensar em seus longos cabelos lisos caídos aos ombros negros como a capa de seda da morte, que palpita o peito, faz-me entregar as meninices da juventude. Seus seios robustos enfeitam o maravilhoso monumento que és seu corpo, se junta ao brando sorriso com suas bochechas rosadas, por ti doei-me com a fusão das nossas almas, que se preciso for, morrerei”.
Era ano de comemoração de um século da Revolução Francesa, 1889, Pierre encontrava-se a duas quadras do Champ de Mars, estávamos em sua residência, ambas as famílias tinham convivência estável. Era já crepúsculo vespertino, que alaranjava e traçava feitos de melancolia em nossas almas, quando de um súbito, indescritível, nossas visões se encontraram; fora como o renascimento dos espíritos que se desejara, platonicamente.
Foi então que Pierre, tomando dois passos e chegando defronte a mim, dirigindo palavras que não me recordo, pois o contemplava de modo sublime; apenas respondi com um sorriso, aclamando a Deus que não fosse uma pergunta, quando percebo uma movimentação vinda da cozinha.
De repente ouço o som anunciando que o jantar estaria pronto. Michelangelo, pai de Pierre, com seu estrondoso bigode, e por vez sua estimação, dirigindo-se de uma forma aprumada a papai, este ordenou:
- Hei de tu e sua família jantardes conosco esta noite! Mandei acrescentar o sustento necessário, és uma intimação- disse olhando fixamente a papai.
- Pois não hei de rogar meu caro! És de extrema nobreza que aqui conservemo-nos - disse o velho rindo e abraçando o seu companheiro.
- Então, que nos acomodemos!- disse a senhorita Marrie, mãe de Pierre.
Compus-me a mesa, de Modo cortês. O moço, se não me falha a memória, sentou-se ao meu lado, ajustando a cadeira, aproximando-se de minha fisiologia.  Atrevi a examiná-lo mascaradamente, embora quase infarto ao notar que este estava a observar-me reciprocamente.
De modo sucinto, desde então, papai e senhor Michelangelo se uniram mais e mais. E, por conseguinte, devido aos anos vividos, Pierre e eu, Charlote Desrosiers, tornamos grandes amigos, embora ocultamente nossos corações tinham ânsia da concretização das utopias encobertas. Porém, sabíamos que para se ter um alicerce de boa qualidade, necessita-se conhecer a região do futuro império das paixões.
As folhas mortas ao chão, com as árvores nuas, e animais que dormem de sono profundo. O inverno chega a Europa, acrescentando aspectos sombrios, fúnebre, que me deixava ainda mais angustiada. Era noite de Natal. O gelo se esparramava as ruas de Paris. Pessoas felizes, sorrindo a todo momento umas as outras, desejando mecanicamente as felicidades divinas. Meu rosto, composto de mascara teatral alegre, estava repleto de dúvidas anteriores, como: “Hei de me declarar? Mas sou mulher, essa é obrigação dele! Será que me amas como o amo?
Mergulhada no desespero, eis que a causa, chama-me para o acompanhar, em uma típica caminhada matinal, que sempre fazia sozinho. Decido ir, empós despedir de meus pais e caminharmos algumas ruas, este se atreve:
- Charlote, tenho que confessar-lhe algo...- disse de modo preocupado
-Diga-me meu amado amigo, o que te passas?
- Charlote – Suspirou fundo- amo-te como nunca amei ninguém, tu és o sol que me alumia, a agua que embebo, por ti sacrifico minha felicidade se preciso for!
Meu coração disparou incontrolavelmente. A vontade de dizer que nossos sentimentos eram igualitários, que sempre o amei, era mais forte que minha alma, porém erro ao dizer:
-Pierre meu amigo- ao pronunciar esta ultima, este baixou sua cabeça, e resolvo mudar... - Pierre! És correspondido!
Ao declarar tal sentença, entreguei-me a Afrodite. Este levantara seus ânimos e inesperadamente arrancou-me um beijo de seus fervor, satisfazendo todas minhas vontades interiores. Nossos espíritos desprenderam-se dos corpos. Fomos levados ao reino que construímos. Pausadamente, voltamos à rua que de nevasca se transbordava, em que apenas proferi:
- Je T’aime!
Meu sentidos se restabelecem, como a fênix que renasce das cinzas, ademais, voltamos a cada de Pierre, e por fim, aclamar nosso amor as famílias, que nos conceberam gentilmente.
Impulsionado pela mãe, o moço de 20 anos, dobrava seus joelhos diante a mim, e pronuncia o que tanto roguei:
-Charlote, conceba a honra de fazer, tu, minha esposa? – disse ofegante com os olhos lagrimejantes.
- Oh meu amado! Somente Deus sabe o quanto por isso esperei... Sim! Concebo-te!
Após o fato narrado se suceder, o relógio move-se a meia noite. Era Natal, Jesus nascia. Cantos são aclamados; a felicidade reina. Era tempo de alegria, que renovada, estava concebida da pureza dos céus. Ia tornar-me enamorada eternizada de meu amado, onde nossas almas se entrelaçaram infinitamente, quando durável...

Sem Título (A adicionar...)


AUTORES:
Thainá Sara Ratini
Milton dos Reis Balbino Junior
Francielle Carla da Silva
Isabela Silva dos Reis



Capitulo I


09/01/1820 - Domingo

Estremecido diário, estou escrevendo cá pela primeira vez. Me chamo Elias, tenho 16 anos. Descendente de indiano, tenho pele mulata, olhos negros, boca carnuda, braços fortes. Sou corajoso, não temo a nada e tenho orgulho de quem sou.
Atualmente me localizo na avenida “Sebastian Gonzaga”, no qual há pessoas modestas, de moradias simples, e cativantes pelas historias nelas guardada. Minha casa, fica ao lado de uma enorme arvore, de galhos compactos, alguns secos, outros bem florais. Minha casa é simples e antiga, por fora aparentemente “normal” por dentro bem sucinto. Mas um lugar onde se acumula muito valor sentimental. Está casa pertencia ao meu avô e assim que falecido tomou Possi de minha mãe, que criou a mim e minha irmã de 10 anos.
Minha marca principal na casa, é uma janelinha de madeira descascada, ao lado de minha cama que está sempre forrada com um lençol azul alvo. E é nessa janelinha que vou todos os dias as 19h 35 venho até ela para ver minha amada, a mulher dos meus sonhos passar.
O meu propósito a este diário é para expor sua divina, celestial beleza. A primeira vez em que á avistei, fora na semana passada, especificamente no dia 03/01/1820, na segunda-feira.
Estava eu, olhando para o vazio diante a janela de meu quarto, quando um brilho quase cegou-me. Avistei uma mulher com cabelos cor de chama, olhos cor de céu em uma de luar, com pele clara, flácida, macia e sedosa, tão encantadora, que com seu brilho a lua foi-se a copular. Lábios pequenos e rosados, delicados como a flor de Jasmim. Um sorriso perfeito branco perfeito e deslumbrante. Suas delicadas mãos, que com seu balançar, mexia-se calmamente. Pureza inrresistivel como uma criança. Seus cabelos ao vento mexiam como se estivessem seguindo o ritimo de uma musica clássica, e harmoniosa. Deixava todos a te cobiçar.
Ela, no qual atendeste por Elizabethe.
Acompanhei seu andar, doce e delicado, de tão leve parecia uma pluma.
E com meus olhares conduzi seu caminhar, até não avistar-te no horizonte ao lado do mar.
Quando perco-me de seu caminhar, só fico a pensar, a imaginar. Perco em meus pensamentos, contando os segundos para poder avistá-la novamente.
Chegando amanha, vou me preparar, quero gritá-la, mais não posso, algo me impede, algo proibido.  

Frêmitos na alma de um inato amor.


AUTORES:
Lucas de Oliveira Rebelato
Yuri Gabriel Correa Ancelmo
Aline Maria Peres
Camila Rodrigues da Silva
Igor Henrique Buscain de Almeida

CAPÍTULO PRIMEIRO

Numa noite gélida de fortes trovoadas, na infausta intempérie que irrompe o céu, em 1910, Angeline uma jovem criativa, imaginativa, de pele lívida como a neve, de fulgente candidez, lábios rubros, quentes e ávidos de um beijo, porém intangível, cabelos vermelhos como o fogo, e olhos verdes como a natura infindável do mundo, expõem sua força, coragem e independência para julgar uma decisão que mudaria sua vida completamente. Este ano foi o ápice de tudo que Angeline poderia suportar, chegou ao fim sua imagem ingênua de menina, agora se transformara em uma mulher e deveria se comportar como tal.
Cresceu na bela cidade de Veneza, em meio a uma família desestruturada e uma grande tristeza recente, passou por cima disto tudo e se aventurou em uma viagem sem destino, por cidades que desconhecia na magnífica e vasta Europa.
            Estabelecendo-se agora em 1913, em Florença, uma linda, inefável e fúlgida jovem não passa despercebida, ascendendo-se sobre todos, sem conhecer as ruas das cidades por onde transita seus pés a levam sempre num lugar em comum, onde se sentia à vontade, em sua zona de conforto.
            Sentada numa lápide qualquer, lamuria sofrimentos que passou ao lado de sua avó e suportou sozinha após a sua morte:
            - Olá de novo, Elizabeth, eu estou com saudades de você, de quando íamos ao cemitério e apreciávamos a natureza mórbida, lembro da primeira vez que você me levou lá, com estranheza e repúdio, te perguntei a razão de gostar daqueles locais e olhando no fundo dos meus olhos, com toda a certeza do mundo e a sinceridade de uma criança, respondeu: “- Quando a morte é tão bela, é doce morrer”. E aquele cenário repleto de pessoas desfalecidas e flores arrefecidas se curvava ao nosso redor, nos aplaudiam, te fazia rejuvenescer, lembrando dos seus tempos de glória.
            Enquanto ideologicamente falava com sua avó, Angeline vê a transposição de uma figura masculina ao lado de árvores desfolhadas naquele cenário monocromático.
            - O que uma mulher tão bonita faz neste lugar conversando sozinha?
            - Que susto! De onde você veio?
            - Eu estava passando por aqui, escutei uma voz e decidi vir aqui pra ver quem era a louca.
            - Não sou louca, apenas estou conversando com a minha avó.
            - Onde ela está? Não estou vendo.
            - Ela está morta.
            - Aqui?
            - Não.
Sem mais explicações ela deu-lhe as costas e saiu, ele correu atrás dela e a segurou pelo braço de maneira formosa e singela.
- Aonde você vai? Nem me disse o seu nome! Eu sou Pietro, encantado.
Sorrindo, Angeline afaga o semblante de Pietro e continuando sua jornada sem rumo, deixa ali um homem com sua paixão efervescente e pulsante no coração.
Pietro era um jovem italiano, estudante de medicina de uma família tradicional e grande, que se estendia até a Alemanha, onde ele passava suas férias desde criança e estava com passagem marcada para a próxima semana.
A cidade era Hamburgo e ele mantinha laços amigáveis com pessoas de lá. Seu melhor amigo era Stevan, um jovem educado, gentil e cavalheiro, porém sua família era pobre e sua mãe, Helena era viúva, o que o tornou homem mais cedo que os garotos de sua idade.
Stevan estava ansioso para chega de seu amigo e sua mãe vendo-o diferente pergunta:
- Qual o motivo da sua agitação?
- Acabei de receber uma carta de Pietro, ele vem para Hamburgo na próxima semana.
- Já faz tempo que não o vemos. Na carta diz mais alguma coisa?
- Ele está com receio de que seja recrutado para a guerra que está por vir, quer aproveitar a vida e não pensar nisso. No período que ele estiver aqui não vamos falar em guerras.
- Estou com medo por você meu filho, as suas chances de ir para a guerra são maiores que as dele, não suportarei se você for!
- Fique calma minha mãe, eu construirei o meu destino.
Stevan era contra a guerra, mas estava pronto para defender seu país se preciso. Sempre pensou em servir à aeronáutica, mas saber que sua mãe era fraca e sozinha, o prendia em Hamburgo. Já Pietro gostava de uma parte mais trágica e destruidora da guerra, a morte e o sofrimento, o choro e a agonia, estes que explicitam-se no instante em que na frase: “O meu espírito vai se consumindo, os meus dias vão se apagando, e só tenho perante mim a sepultura...”, observa-se como perdedor e merece a morte, presente na carta que enviara a Stevan.
Dias depois o momento conclui-se, na estação ferroviária chegava o trem 726 vindo da Itália, e Pietro estava nele. Ao descer do trem e ver seu grande amigo, Pietro abraça Stevan que não via há mais de um ano.
- Pietro!
- Stevan, quanto tempo!
- Os estudos estão tomando todo meu tempo, não tenho se quer um segundo para escrever uma carta.
- Mas e as bebidas?
- A meu caro amigo, desta minha fiel companheira não me separo tão cedo, não desvalorizo outras, mas ela me entende. Como dizia Lorde Byron “Vivi, amei, bebi, tal como tu; morri.”
- Não seja hiperbólico Pietro, aproveite a vida e sinta o sabor prazeroso que ela pode nos proporcionar.
- Só sentirei esta volúpia com uma única mulher.
- Quem é esta sortuda?
- Não sei o nome dela, a encontrei em um cemitério falando sozinha lá em Florença, uma mulher que mexeu com meu coração, graciosa como o cair de uma pena, de olhos verdes e cabelo vermelho, pálida, após me ver levantou e em uma lacônica conversa começou a vagar pela rua sem parâmetros a seguir, lânguida, de aspecto melancólico.
- Todo esse tempo para identificar tantas características respectivas a ela e um simples nome não lhe foi entregue.
- Você não entendeu bem, eu estava em uma casa de ópio e ao sair de lá, caminhava ao redor do cemitério da cidade, ouvindo uma voz fui ver o que era e ela apenas pareceu-me um anjo, uma virgem de inerente pureza e beleza natural, que ao tocá-la se foi com o vento, desvaneceu em minha frente e me deixou ali só. Estou cansado de viver, mais ao lado dela sinto que conseguirei prosseguir minha vida e amar, se não foi somente devaneio.
- Você ainda tem esperança de encontrá-la se realmente a viu?
- Como você sempre diz “Se for o meu destino”. Dá-me a esperança com que o sempre mantive.
Aos risos continuaram andando, até a grande residência da família de Pietro, onde combinaram de se encontrar mais tarde.
- À noite me conte mais sobre este inefável anjo.
- Tudo bem. Eu vou descansar desta longa viagem e à noite reencontraremos os velhos amigos que aqui fiz com você, há quanto tempo não os vejo. Todo mundo faz papel de histrião.
No caminho de volta para sua casa, Stevan retorna a estação ferroviária, quando percebe que esqueceu seu chapéu, no banco em que esperava Pietro. Ao chegar lá, outro trem tinha vindo de Paris e nele uma passageira se destacou. Seu cabelo estava preso, de costas parecia um homem, mais ao virar mostrou a beleza de uma mulher independente e que ofuscava os olhos de Stevan. Distraída e desastrada, esta mulher parecia mais uma menina, um homem apressado sem percebê-la derruba toda a sua pouca bagagem.
- Quer ajuda?
- Não preciso, eu já estou recolhendo.
- Meu nome é Stevan, disse ele recolhendo mesmo assim algumas vestimentas.
Num relance viu o rosto dela, quantos doces pensamentos, quantos desejos floresceram naquele olhar. Ao juntar toda a bagagem, a bela moça esbanjou um lindo sorriso de agradecimento e apressada, perdeu-se no meio daquela aglomeração de pessoas, deixando ali Stevan sem reação a refletir: “Quem é aquela linda moça?”.

Novelas Românticas - 2º B


Depois de estudarmos as diversas obras e características da estética do Romantismo, compreendemos suas principais vertentes, suas diversas formas de manifestação dos sentimentos e do individualismo, percebendo nas diferentes gerações a personificação da alma humana, em todos os seus anseios. Do Nacionalismo/Indianismo repleto de figuras da natureza e da coragem, migramos para o vale inexato do ultrarromantismo, bebendo das fontes dos byronianos e nos perdendo no mal-do-século, para despertarmos na visão ampla dos condoreiros, vislumbrando uma ampla tradição romântica que perdura até os dias de hoje. E depois de tanta inspiração, não nos contivemos... resolvemos CRIAR nossas novelas românticas! 
Em grupos, nos reunimos para elaborar os mais diferentes enredos, inspirados nesta tradição que sempre será exaltada, pois nada tirará do ser humana a exacerbação das paixões!
Apreciem sem moderação!

Saudações literários aos alunos do 2º ano B!Prof. André Plez

http://andreplez.blogspot.com